A (o?) wikipédia é fixe e foi nela (nele?) como de costume que encontrei algumas críticas especializadas sobre o primeiro disco dos fool’s gold, trabalho homónimo de 2009 que, já agora, dedico a todos aqueles que conduzem em lisboa. (inicialmente tinha escrito mais cinco parágrafos desavergonhados em que lambia o rabo à (ao?) wikipédia e aliás acabei de mudar o título inicial em que lhe jurava amor eterno). Detalhe que logo me saltou à vista: de entre as 11 críticas ali linkadas, oito referiam “vampire weekend” no texto, seis faziam-no até à segunda linha, quatro não esperavam para lá da primeira e até houve um caso em que o texto começou com, adivinharam, “vampire weekend”.
BBC – segunda e terceira palavras.
Boston Phoenix – esqueceram-se.
Drowned in Sound – também.
Filter – idem.
The Guardian – primeira e segunda palavras.
NME – quinta e sexta palavras.
Pitchfork – segunda linha, 17.ª e 18.ª palavras.
Prefix Magazine – 16.ª linha, aborrece-me contar.
The Times – primeira linha, 8.ª e 9.ª palavras.
Uncut – 25.ª linha, aborrece-me contar.
XLR8R – quarta linha, aborrece-me mesmo contar.
Um dia falo mal dos jornalistas de música como pretexto para postar aqui uma malha que faria dançar os meus pais descalços numa praia de luanda.
Hoje é o dia.
"The only people for me are the mad ones, the ones who are mad to live, mad to talk, mad to be saved, desirous of everything at the same time, the ones who never yawn or say a commonplace thing but burn, burn, burn like fabulous yellow roman candles exploding like spiders across the stars." J. Kerouac
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quarta-feira, 24 de março de 2010
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